Bruxelas e os países do Mercosul articulam parcerias estratégicas voltadas ao processamento local; o objetivo de fundo é quebrar a dependência de Pequim no refino de lítio e terras raras
A entrada em vigor da tarifa zero para matérias-primas críticas oriundas do Mercosul rumo à União Europeia (UE), em maio passado, inaugurou uma nova fase na diplomacia mineral transatlântica. Diante da urgência em cumprir suas metas de descarbonização para 2030, Bruxelas tenta redesenhar sua relação com a América do Sul e promete apostar no refino local na região como parte da estratégia “Global Gateway”. Além da retórica oficial de transição verde e cooperação técnica, o movimento busca balancear o monopólio global da China, que atualmente controla o refino da maior parte das terras raras e do lítio do planeta. No caso do nióbio, o Brasil detém o monopólio virtual de toda a cadeia global.
Por um momento achei que ia ser refino aqui no Brasil. Mas parece que vai ser na França mesmo.
Só a extração dos nossos recursos continuando pros outros aproveitarem e mandarem de volta mais caro, como sempre.
Sim, pelo que entendi, a UE tá aberta a ajudar no refino aqui, mas as empresas deles tão focadas no refino lá.
No fim, também sou cético nessa questão.


